1 de abril de 2010

Olha!

Olha, você tem todas as coisas
que um dia eu sonhei pra mim
a cabeça cheia de problemas
não me importo,eu gosto mesmo assim.
Tem os olhos cheios de esperança
de uma cor que ninguém mais possui
me traz meu passado e as lembranças
coisas que eu quis ser e não fui.
Olha, você vive tão distante
muito além do que eu posso ter
eu, que sempre fui tão incostante
TE JURO, MEU AMOR, AGORA É PRA VALER.
Olha vem comigo aonde eu for
seja minha amante, meu amor
vem seguir comigo o meu caminho
e viver a vida só de amor.

Erasmo e Chico

7 de janeiro de 2010

Entre tantos rostos há um que se diferencia aos meus olhos. Não sei explicar que distinção ele tem dos demais que me causa tal frisson. Mas para mim ele reluz como espelho a luz do dia, é purpurina colorida. Eu não sei seu nome, ele também não sabe o meu. Não sei de onde vem, pra onde vai. Só sei que todos os dias as 15 horas ele passa em frente a minha porta e eu por ele estarei esperando.
Quando o sino da igreja bate as 3 eu já estou lá esperando anciosamente. Sentada na soleira da porta vejo ele de calça de linho, camisa de botão o cabelo sempre bem pentado. Caminha a passos largos, lentos e certos. Meu coração pelo contrário palpita rápido, descompassado, grita alto.
Se um dia eu tomar coragem chamo ele pra um café!

4 de janeiro de 2010

Estrelas em órbita (tributo à Fabio Rocha e Saulo Fernandes)




Quando dois astros habitam uma mesma órbita isso pode ter efeitos positivos e negativos.

Se possuem luz própria, como os astros que me inspiram nesse momento, e estão próximos podem emanar uma luz tão bela quanto jamais vista antes.

No entanto se esses mesmos astros percorrem sua órbita em diferentes velocidades. Um dia um grande acidente há de acontecer.

A colisão é certa e fatal, tamanha a força de tais estrelas.

E jamais tais estrelas brilharão como antes. No tempo em que habitavam a mesma órbita.

Talvez, e muito possivelmente isso aconteça, cada uma dessas estrelas gerará uma nova estrela, quiça um planeta, cheio de vida dentro de si, de força.

Há de se aguardar o tempo da estrela. E ela lhe saberá retribuir!


23 de dezembro de 2009

Um mês depois...

Um mês depois do último post estou eu aqui cansada mas com a sensação de uma incrível superação!
Não fui a praia nenhum dia, saí alguns poucos dias a noite e tava morta no dia seguinte, internet basicamente durante o serviço, mas enfim eu consgeui, achei sinceramente que não chegaria até aqui!
Daqui pra frente eu não sei como vai ser. Se vou continuar nos dois empregos é uma coisa que ainda não sei dizer, estou esperando cair o salário e ver qual o efeito do dinheiro sobe mim!
Sinceramente não recomendo a ninguém, esse negócio de dois empregos é muita coisa!
As únicas coisas que faço na minha vida são trabalhar, comer e dormir, mas ter um objetivo maior é sempre um forte estímulo.
Recomendação à todos: não se metam na mesma fria que eu, mas se lá estiverem tenham sempre o foco no objetivo! Só assim viu, hauahua.
Agora chegou o natal, não trabalho nos próximos dias, só quero saber de praia, piscina, comer besteiras e me divertir!
Grande beijo a TODOS , uma excelente virada de ano e um 2010 ainda melhor!!!!

25 de novembro de 2009

Eu tenho uma compulsão pela vida noturna! Sou um ser humano que vive melhor a noite, produz melhor a noite e é mais criativo a noite. Ter de levar uma vida nornal durante o dia não é bom pra mim. Eu passo o dia todo bocejando e tomando cafés pra acordar, aí quando me deito e penso "finalmente descansarei" todo o cansaço se vai e cá estou eu num momento desses escrevendo nesse blog e tentando me cansar pra ir dormir. E aí amanhã as 7:20 quando o relógio tocar eu começarei meu dia xingando todos os deuses do despertador, porque eu ainda estou cansada. Sábado é meu dia de descanso, o único até o natal! Só Deus sabe o quanto eu vou dormir. Em todas as posições e lugares, dormirei feito pedra revezando entre minha cama e a minha cadeira na praia.
É a treva!
Mas quem sabe assim um dia eu fico rica!

Para você também AMAR São Paulo!

Deixando para trás Rio e Florianópolis, SÃO PAULO é agora a melhor cidade no Prêmio VT. Um resultado histórico, decidido por poucos votos. Convidamos o americano SETH KUGEL, colaborador do New York Times, que trocou o Rio por São Paulo - trocou no sentido de "virar a casaca", como diz -, a descrever o que a cidade tem de cativante, as possíveis razões de sua vitória.
Eu era um deslumbrado pelo Rio se você quer mesmo saber. Aquele gringo que vira pimentão na praia e cuja ideia de diversão é sair à noite na Lapa, bater papo em Santa Teresa, pegar praia em Ipanema e esticar os olhos para as mulheres em biquínis minúsculos, não necessariamente nessa ordem. Os primeiros professores de português que eu tive eram do Rio, o que significa que eu também falava com aquele escabroso sotaque carioca-americano, puxando os erres e colocando "sh" nas palavras. "Quero comerrrrrr maissssh bishcoito Globo."
Quando me mudei de Nova York para São Paulo, em dezembro passado, virei a casaca. Boa parte do crédito pela limpeza de meu sotaque e minha mudança de atitude vai para uma ex-namorada paulista, embora eu prefira pensar que me tornei amante de São Paulo sem a influência de terceiros. As vantagens de viver numa cidade isenta de praias mas carregada de cultura agora me parecem óbvias. Essas características fazem de São Paulo um presente não só para os locais mas também para os viajantes, embora esse presente venha embalado em estresse, sujeira e calçadas muito, muito ruins.
Há vários tipos de turista que vão amar São Paulo. O mais óbvio é aquele que pode viver a boa vida - largar 700 reais por uma noite no Hotel Unique, almoçar no Rodeio, fazer compras na Oscar Freire, jantar no Due Cuochi. Também há o tipo intelectual, que quer teatro alternativo, ótimas livrarias e a porra-louquice do Baixo Augusta. Eles também encontrarão o que procuram. Mas, para mim, os forasteiros que mais curtem São Paulo são os sociólogos amadores que, chegando pelo ar, espiam os arranha-céus cinza pela janela e pensam: "Mas que diabo está acontecendo lá embaixo?" E que então passam o resto do tempo a buscar uma resposta.
Esse é o tipo de pessoa que vai tirar o máximo dessa cidade. O visitante que vai tomar o café superadoçado de 50 centavos de real com uma lasca de bolo de 80 centavos com a moça da esquina num dia e na manhã seguinte pede um latte doppio de 7,50 reais com um rolinho de canela de 6 reais no Suplicy da Alameda Lorena. Aquele que aprecia Matisse na Pinacoteca mas fica realmente chapado com o grafite do túnel que dá acesso à Avenida Paulista, melhor apreciado na hora do rush. Aquele que ama tanto beber cerveja em cadeiras de plástico amarelo num bar sem nome quanto escolher entre Leffe ou Chimay no Bar Melograno, na Vila Madalena. Aquele que fica intrigado com o sucesso da Daslu e do Shopping Cidade Jardim mas ama cruzar a 25 de Março em direção ao Mercadão, imaginando como aquele lugar deve ter sido quando era de fato o centro da cidade.

Por: Seth Kugel
Publicado em 11/2009
http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_509173.shtml

22 de novembro de 2009

E quando tudo me parece perfeito.. ainda consgeue melhorar!
AMooo demaisss!!!